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TAXIDERMIA A
Taxidermia é utilizada para fins de conservação de animais que podem ter várias intenções como uma coleção didática, alguns
utilizam como meio de sobrevivência, para preservar outros animais contra a caça predatória, etc.
A Taxidermia
é uma arte bem antiga, talvez utilizada pelos egípcios TAXIDERMIA
EM CRUSTÁCEOS 1. Escolher
o animal a ser taxidermizado. 2. Para ser
usado a longo prazo deve-se congela-lo. Não mantê-lo em álcool e nem formol, pois, os líquidos fixadores desbotam os espécimes
e deixam seus ligamentos rígidos, impossibilitando a montagem do animal. 3. Ferramentas
para a taxidermia: a)
Pinça de ranhura de ponta rombuda reta. b)
Espátulas feitas de arame c)
Estilete de lâmina ou bisturí. d)
Pinça de ranhura de ponta fina. 4. Lavar o animal
em água corrente, a fim de retirar sujeiras incrustadas. 5.Com a ponta do estilete ou bisturí, introduzir na região posterior da carapaça
do crustáceo e com cuidado retirar a carapaça (é uma região muito fácil de quebrar). 6.Com as pinças e com as espátulas, ir limpando toda a carapaça por dentro,
o máximo que conseguir e com muito cuidado no local onde estão as peças bucais. Em seguida lavar em água corrente com cuidado,
a carapaça e o resto do corpo. 7.Mergulhar em formol 6% por um dia. 8.Retirar do formol, se sobrar algum resto de carne dentro não tem importância,
pois o formol vai fixar ressecando o que sobrou. 9.Montar o animal de modo que ele fique em uma posição o mais natural possível,
como se estivesse vivo. 10.A carapaça será encaixada e colada depois, para que o interior do animal
possa secar. Em seguida aplicaremos uma camada de verniz em spray para que possa ter uma maior durabilidade. 11.Pode-se colocar o animal em um pedestal de madeira, ou fazer uma caixa de
vidro ou acrílico.
A Taxidermia feita em peixes deve seguir
uma regra em relação ao tipo de peixe, como por exemplo peixes de escamas mais duras podemos usar formol até 10%, mas em tubarões
e peixes chamados de peixes de couro, deve usar formol na proporção de 1 para 25 partes de formol, a fim de evitar que sua
pele fique muito enrugada.
Para
peixes com escamas grossas, devemos abri-lo pela cloaca e cortar até perto das nadadeiras peitorais, feito isso retiramos
suas vísceras e o máximo que pudermos de sua carne, depois mergulhamos
no formol já preparado com a concentração certa ou podemos usar o Bórax, que é um pó, usado muito pelos taxidermistas. Faremos
o enchimento com algodão, palha, serragem, etc. Deixamos os seus olhos no lugar até o término da taxidermia, e aí sim podemos
substituir pelos olhos artificiais, que podem ser olhos de boneca, olhos feitos
com massa de biscuit, durepoxi,etc.
Para peixes
cartilaginosos como os tubarões, abrimos do mesmo modo dos outros peixes, e temos que retirar o máximo de carne para que não
ocorra nenhum enrugamento, é preciso tomar o cuidado para não furar a pele do tubarão, em animais muito grandes, devemos fazer
uma armação de arame interna para que atue como um suporte.
Alguns peixes
pode ser preciso curtir a pele, para isso usamos alúmen de potássio, onde deixaremos 24 horas ou mais, como é o caso do tubarão
que chamamos de enfermeira, que possui a pele muito grossa.
A taxidermia
em mamíferos segue a mesma linha dos outros processos, sendo que é importante curtir a pele com alúmen de potássio durante
24 horas ou mais.
O primeiro
passo para a taxidermia em mamíferos, é preciso fazer a limpeza da pele, retirando toda a carne existente possível, como exemplo
vamos falar sobre o rato (Rattus norvegicus albinus), utilizado em experimentos de laboratório.
Retiramos
também o esqueleto, sendo que deixaremos os ossos das patas para que possamos ter um apoio para montar depois, o crânio deve
ser removido ou não, dependendo da limpeza que for feita nele. Injetaremos formol 10% em partes que não haja possibilidade
de retirar toda a carne. |
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